Segundo Joly (1975) "o Pinus é um gênero de
plantas da ordem elas coníferas, família das pináceas, que conta com cerca de
90 espécies".
A primeira participação do setor privado no processo de introdução de
coníferas no Brasil deve ser creditada à Companhia Paulista de Estradas de
Ferro, em 1904. As informações disponíveis indicam que a Companhia Paulista de
Estradas de Ferro, apesar de ter optado pelo eucalipto como material principal
em seus reflorestamentos, manteve interesse por outras espécies por muitos
anos, entre as quais as coníferas. Em 1953, a citada companhia chegou a
instalar ensaios com coníferas em nove hortos de sua propriedade.
O setor público teve forte participação no processo de introdução de
coníferas com fins silviculturais no Brasil. O órgão líder dessa importante
tarefa foi o Serviço, hoje Instituto, Florestal do Estado de São Paulo que,
animado pelo sucesso dos programas de introdução conduzidos pela Austrália,
Nova Zelândia, Argentina e outros países, realizou, em 1953, os primeiros
ensaios com espécies de pinus em arboretos do Horto Florestal da Capital.
No final da década de 50 e na década de 60, com a instalação de
numerosas firmas ligadas à industrialização de madeira no país, as introduções
de coníferas, e acima de tudo de pinus, aumentaram significativamente.
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