segunda-feira, 1 de setembro de 2014

A Lei da água (Novo Código Florestal)

Passando pra compartilhar esse projeto que conheci há alguns dias: A Lei da água (Novo Código Florestal).

O “A Lei da Água (Novo Código Florestal)” é um projeto audiovisual dedicado a esclarecer questões referentes às mudanças no Código Florestal Brasileiro. O filme conta com a colaboração de cientistas e parlamentares para integrar o Amicus curiae da Ação Direta de Inconstitucionalidade da lei N° 12651 no Supremo Tribunal Federal. A cima de tudo, o projeto “A Lei da Água” assume um compromisso com sociedade brasileira, mostrando como a lei ambiental afeta a vida de cada cidadão.
Afinal, todos necessitam de água limpa em quantidade; produtores rurais, consumidores urbanos, animais e até mesmo empresas de geração de energia hidroelétrica. A qualidade e a quantidade da água está diretamente relacionada a legislação ambiental: um conjunto de normas que definem quais áreas de uma propriedade rural devem ser mantidas com a vegetação nativa, cultivadas ou restauradas. A linguagem cinematográfica facilita o esclarecimento das questões técnicas relativas a legislação.
O documentário busca opiniões diversas e muitas vezes contrarias sobre o tema, que é complexo, pois nem sempre pode-se aferir com precisão os bens difusos da sociedade, como por exemplo: qualidade da água, ar e fertilidade do solo. As florestas são importantes não somente para a preservação da água e do solo, mas também são vitais para a produção de alimentos que necessitam da ação de polinizadores, tal como o café, o feijão, o milho e a soja. Portanto, busca-se exemplos práticos; o filme da voz a agricultores; apresenta técnicas agrícolas sustentáveis bem sucedidas e casos onde a degradação ambiental exacerbada impede a continuidade de qualquer tipo de cultivo ou criação de animais. Ou seja, o termo: “área degradada”, quer dizer que a área em questão já não possui absolutamente mais nenhuma utilidade para a sociedade.
Conhecimento e informação são essenciais para o estimulo a uma produção rural sustentável. Bem como, políticas agrícolas coerentes com as necessidades e problemas enfrentados dia a dia pelos brasileiros. E porque não dizer; seres humanos.



~Para refletir! Seja luz, plante o amor e o resto vem ! Aho, até.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

25 países têm quase todas as florestas intactas do mundo


Mais de metade destas florestas ficam na Austrália, Nova Zelândia, Rússia e Estados Unidos. E apenas 22% delas são protegidas.
Este número consta de estudo publicado na terça-feira (26) na Conservation Letters.
O que poderia salvar os 13 milhões de quilômetros quadrados de áreas intocadas? Elas hospedam mais de metade das plantas e animais do planeta e fornecem serviços como ar e água limpos.
Mas estão sob séria ameaça, seja pela extração, mineração ou agricultura.
Tais mudanças no uso da terra explicam porque apenas 3% das florestas que existiram no passado permanecem em partes temperadas do mundo.
Uma sugestão para sua preservação é torná-las parte das negociações internacionais do clima, como a Convenção-Quadro da Mudança do Clima, da ONU, tentou fazer.
Os bens e serviços que as florestas fornecem deveriam ser incorporados também em avaliações econômicas, e não só o valor de sua madeira.
E os governos deveriam evitar mais perdas de florestas, para desacelerar a mudança do clima e a taxa de extinção de espécies.
Brendan Mackey, diretor do Programa de Resposta à Mudança do Clima da Universidade Griffith, na Austrália, disse ontem que as negociações internacionais não estão dando conta de frear as perdas das florestas primárias mais importantes do mundo e que, na ausência de políticas específicas para proteção, seus valores únicos de biodiversidade e ecossistemas continuarão a ser perdidos tanto em países desenvolvidos quanto em desenvolvimento.
Os cientistas afirmam ainda que deve-se aceitar universalmente o papel importante de áreas conservadas por comunidades locais e indígenas, onde a proteção é eficaz, diz o Economic Times.
Vamos preservar galera!!! beijos :))

Instituto Chico Mendes combate incêndio florestal no sudeste do Pará

Homens do Instituto Chico Mendes combatem um incêndio na floresta nacional do Tapirapé Aquiri, sudeste do Pará. O fogo começou no dia 20 de agosto, em um morro de mata fechada de difícil acesso. Segundo o ICMBio, uma área equivalente a 50 campos de futebol já foi tomada pelas chamas.
De acordo com o chefe da floresta, André Macedo, vinte combatentes estão acampados em uma área perto dos focos de incêndio. Os brigadistas ajudam a apagar os focos com água retirada de um igarapé das proximidades, que é despejada sobre o fogo com ajuda de bolsões transportados em aeronave. Nesta quarta-feira (27) uma segunda aeronave foi enviada para Marabá para auxiliar o combate aos focos.
De acordo com as autoridades ambientais, o fogo não se alastra com rapidez porque a área é considerada de mata madura, o que facilita o trabalho das equipes de combate ao incêndio. Ainda segundo o instituto Chico Mendes, o incêndio tem causas naturais, provocado pelo clima quente desta época do ano.

Interpol prende 194 em operação contra desmate na América Latina


A primeira operação internacional contra o corte e o comércio ilegal de madeira realizada pela Interpol resultou na prisão de 194 pessoas em 12 países da América Latina, informou a polícia internacional nesta terça-feira (19).
A operação, realizada entre 17 de setembro e 17 de novembro de 2012, aconteceu no Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, Guatemala, Honduras, Paraguai, Peru e Venezuela.
Foram apreendidos 50 mil metros cúbicos de madeira, o que equivale a 2 mil caminhões carregados com a mercadoria ilegal. O valor total da madeira apreendida chega a US$ 8 milhões.
Na operação, os oficiais da Interpol inspecionaram veículos de carga, propriedades e indivíduos suspeitos, além de aumentar a vigilância em portos e outros centros de transporte no período. Além dos 194 que já estão presos, outros 118 estão sendo investigados.
“Esta operação marca o início dos esforços da Interpol para ajudar os países membros a combater o corte ilegal e os crimes florestais, que não apenas afetam a saúde, a segurança e a qualidade de vida das comunidades dependentes dos recursos florestais, como também causam gastos significativos aos governos”, afirmou David Higgins, chefe do Programa da Interpol sobre Delitos contra o Meio Ambiente, em nota divulgada pela Interpol à imprensa.
Esta operação procura, entre outras coisas, desenvolver a cooperação prática e a comunicação entre as instâncias nacionais, que tentam obter a aplicação da legislação relativa ao meio ambiente, incluindo autoridades florestais, policiais, alfândegas e unidades especializadas.
A experiência desta primeira operação será usada como base para futuras ações mais incisivas contra a exploração florestal, segundo a Interpol. O projeto é uma iniciativa dirigida pela Interpol, com a participação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a Agência Norueguesa para Cooperação e Desenvolvimento. 

Desmatamento na Amazônia aumenta 6% em um ano, aponta Imazon

Apesar de 61% da área florestal da Amazônia Legal estar coberta por nuvens, sobretudo nos estados do Amapá e Pará que apresentaram 93% e 80% de cobertura de nuvens, respectivamente, o Imazon registrou um aumento de 6% de desmatamento no local entre janeiro de 2012 e este ano. A degradação comprometeu 1 milhão de toneladas de CO2 equivalente.
As imagens Modis, utilizadas pelo satélite SAD detectaram informações de 35 km2 em 2013, no ano anterior, a análise foi possível em 33 km2 e a cobertura de nuvens foi de 88%.
Em janeiro de 2013, grande parte do desmatamento (63%) ocorreu no Mato Grosso, seguido pelo Amazonas (12%), Pará (9%), Roraima (9%) e Rondônia (7%). As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 69 km2, no mesmo período. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando a degradação florestal somou 54 km2, houve um aumento de 28%.
Em cinco meses…
Já o desmatamento acumulado no período de agosto de 2012 a janeiro de 2013 totalizou 1.305 km2. Houve aumento de 118% em relação ao período anterior (agosto de 2011 a janeiro de 2012) quando o desmatamento somou 600 quilômetros quadrados.
A degradação florestal acumulada neste período atingiu 1041 km2. Houve uma diminuição de 27%, em relação a agosto de 2011 a janeiro de 2012.
As emissões de CO2 equivalentes comprometidas com o desmatamento totalizaram 68,5 milhões de toneladas neste ano, o que representa um aumento de 71% em relação ao mesmo perído do ano anterior período anterior.

domingo, 24 de agosto de 2014

Silvicultura do Eucalipto - Pragas e Doenças


 Doença
 Características 
 Ação 
 Controle 
Tombamento de mudas (dampong off)
Fungo:
Cylindrocladium scoparium
Rhizoctomia solani
Pythirium sp.
Fusarium sp.
Ocorrem em locais que apresentam as características:
Elevada umidade de solo e do ar decorrentes de irrigação e chuvas muito freqüentes.
Viveiros instalados em área combrada e solos de má drenagem.
Elevada densidade de mudas por área.
Adubações orgânicas ou nitrogenadas em excesso.
Na pré emergência parte das sementes que não germinam.
Anelamento do coleto.
Lesão escura nas hastes.
Queda das hastes.
Anelamento das hastes, com as mudas murchando, morrendo e secando em pé.
Técnicas especiais de produção demudas e por meios químicos.
Produção em tubetes deve receber prioridade em relação à semeadura direta em sacos plásticos.
Fumigação do substrato com Brometo de metila.
Em semeadura direta, recomendam-se desbstes na fase em que as mudas tem de 4 a 7 cm de altura.
Efetuar vistorias 2 vezes por semana (base e haste).
 Podridão de estacas
Fungo: 
Cylindrocladium sp.
Rhizoctonia sp.
Ocorre em locais que apresentam:
Elevada temperatura.
Umidade excessiva.
Material vegetal debilitado. 
Lesão escuta que se alastra da base para o ápice da estaca. 
Fumigação do substrato com brometo de metila, suspensão dos recipientes para evitar contaminação vinda do chão. 
 Oidium
Fung:
Oidium sp.
Ocorrem freqüentemente em ápoca de estiagem.
Geralmente ataca em viveiros e em casa de vegetação, mas não costuma causar muita preocupação. 
Manchas isoladas ou em toda planta, com aparêmcia de talco.
Folhas com visível encanoamento.
Estrangulamento e deformação dos limbos mais novos.
Morte dos rebentos foliares.
Pulcerizações quinzenais de 35 gramas de Benomil/100 litros de água ou semanais de 250gramas de enxofre molhável/100 litros de água.
No campo, as medidaas de controle são dispensadas, uma vez que só são atacadas as folhas jovens de E. Citriodora.
 Ferrugem de eucalipto
Fungo:
Puccinia psidii
Ocorrem em locais com umidade elevada e temperaturas baixas ou moderadas. 
 Minúsculas pontuações verde claras ou vermelho amareladas, com posterior desenvolvimento de urédias, seguidas de coloração amarelo-gema-de-ovo.
Raramente mata as plantas, exceto quando ataca com severiade brotações novas após o corte raso.
Evitas plantios de espécies suscetíveis à doença.
Pulverizações semanais com fungicidas.
Seleção de espécies, procedências de clones ausentes de doença e que precicemente atiginssem o crescimento em altura e desrama natural nos dois primeiros anos de vida.
 Cancro
Fungo:
Cryphonectria cubebsis
 Geralmente ocorre em regiões com temperatura maior que 23oC e precipitação anual maior ou igual a 1.200 mm, sendo uma doença típica de regiões tropicais. 
Mortes esporádicas e lesões basais em plantas jovens.
As plantas respondem à doença formando uma nova casca, resistente, abaixo da infectada (sapatas). A casca se desgarra do tronco sob a forma de tiras.
Cancro típico, que se caracteriza por uma lesão margeada por calos, resultando em lesão profunda, matando o câmbio. 
Quebra das árvores pelo vento à altura das lesões.
 Na resistência interprocedência, o reflorestamento deve ser feito com procedências moderadamente ou altamente resistentes. Na resistência intraprocedência, são feitas plantações adultas pesadamente infectadas de modo natural.
Recomenda-se a utilização do maior número de clones possíveis nas plantações clonais, evitando estreitas demasiadamente a base genética.
 Fungo: 
Corticum salmonicolor
 Ocorre em ambientes com precipitação anual de 1200 a 1500 mm.
Araca plantas fisiologicamente debilitadas e que se encontram inadaptadas ecologicamente.
Formaçao de um denso micélio cor-de-rosa, que representa a sintomatologia típica da doença.
Os órgãos atacados se ressecam e perdem a sintomatologia característica da doença, resultando em áreas necorsadas, escuras e com calos. 
 Calda bordaleza.
Utilização de espécies resistentes à doença E. Deglupta e E. torrealiana
Estromas negros
Fungo:
Hypoxylon mummularium
Hypoxylon stygium
Interferem negativamente na qualidade da celulose produzida, isenta de sujeira, pois os constituintes químicos do processo Kraft não conseguem dissolver os estômatos negros.
É caracterizado pela presença de estromas negors em crostas irregularmente elíticas, de marrons a negras, superfícies rugosas.
Após o abate das árvores, consumir a matéria-prima o mais rápido. o local de estocagem deverá ser bem drenado, limpo e capinado, e a estocagem, no máximo de 2 meses. Manejar o pátio de forma que se utilize a madeira com no máximo 3 meses de estocagem. Limpar o páto de forma a diminuir a quantidade de inóculos iniciais de fungo.

Essas foram as principais doenças abióticas do Eucalipto.

sábado, 16 de agosto de 2014

Silvicultura do Pinus - Pragas e Doenças

Pragas

Macaco prego (Cebus apella)

O macaco-prego é uma espécie nativa do Brasil que tem causado prejuízos aos reflorestamentos de pinus do país. Este animal ataca o terço superior da árvore de pinus, descascando o tronco e alimentando-se da seiva, que tem sabor doce.
À medida que a superfície exposta pelo descascamento aumenta, aumenta também a dificuldade de recobrimento do xilema por novos crescimentos da casca, levando a deterioração da madeira e, no caso de anelamento, morte e queda da copa.
As árvores atacadas ficam mais suscetíveis ao ataque da vespa da madeira, uma praga de pinus que causa ainda mais prejuízos.

Para o controle do ataque do macaco, são recomendadas medidas como a abertura da floresta e limpeza da área, de forma que o ambiente torne-se menos atrativo aos animais.

Doenças

Doença  Características  Ação na Planta  Controle 
Tombamentod ou damping off
Fungo:
  • Rhizothoctonia solani
  • Fusarium monoliforme
  • Fusarium centricosum
  • Pythium debaryanum
  • Ocorre nas seguintes condições:
  • Elevada umidade, irrigação e chuvas freqüentes
  • Em solos com má drenagem 
  • Elevada densidade de mudas
  • Adubação nitrogenada em excesso
  • Lesão fúngica na base da mida
  • Na pré-emergência parte das sementes não germinam
  • Anelamento do colo das mudas
  • Quedas das hastes
  • Usar preventivo de fungicidas no primeiro mês de produção de mudas.
  • Evitar umidade excessiva no substrato.
  • Promover arejamento satisfatório das muds por meio de espaçamento adequado.
Asfixia de mudas
Fungo:
  • Telephora terrestris
  • Telephora caryophyllea
  • Telephora fimbriata
  • Excessivo enovelamento de raízes.
  • Exaustão dos nutrientes do substrato 
  • Irrigação insuficiente das plantas
  • Interrupção do fluxo de água e saia minerais.
  • As mudas têm-se mostrado amarelecidas e até mortas.
  • Notam-se basidio carpos marrons de escuros a negros, típicos do fungo basidiomiceto do gênero telephora, firmemente aderidos ou envolvendo as porções basais dos seus caules.
  • Aplicar a de calda bordaleza.
  • Aumentar o espaçamento.
  • Promover a ventilação.
Seca das pontas
Fungo:
  • Sphaeropsis sapinea
  • A notoriedade de S. Spinea como patógeno de Pinus spp. deve-se, sobretudo, aos surtos de secas das pontas em plantações de Pinus spp., previamente denificadas por chuvas de pedra durante verões chuvosos. 
  • Anelamento de hastes de mudas
  • Apodreimento de raízes de árvores adultas.
  • Cancros nas diversas alturas do fuste, sendo a penetração do fungo através das feridas da desrama artificial, azulamento da madeira.
  • Seca das pontas dos galhos ou haste principal. 
  • Proceder as desramas dos povoamentos, proporcionando melhor arejamento.
  • Remover os órgãos desramados para evitar que se transformem em futuras fontes de inícula de S.Spinea.
  • Evitar o estabelecimento de plantações de Pinus spp., em áreas castigadas por chuvas de pedra ou por outras adversidades climáticas que afetem a espécie plantada.
  • Evitar o estresses fisiológicos. 
 Queima de acículas
Fungo:
  • Cylindrocladium pteridis
  • Ataca mudas enviveiradas e plantas no campo até quatro anos de idade.
  • Acículas com lesões de coloração amarelo-amarronzada, medindo de 2 a 5 mm de comprimento causando mais tarde o sei anelamento.
  • Posteriormente, as acículas tornam-se marrons pardas e caem. 
  • Controlar com fungicidas.
Queima de Acícula ou Queima de Dotistroma 
Fungo: dothistroma septospora
  • Doença atrelada à Pinus radiata, espécie que mostrou-se não adaptável ao Brasil.
  • É considerada doença modelo na Patologia Florestal em vistas dos estudos na sub-área de epidemologia e controle químico em campo.
  • Manifesta-se em plantas em campo depois das 6-8 meses, e é severa até os 10 anos de idade.
  • A doenla começa nas acículas basais do tronco e progride, de modo ascendentes, na copa.
  • O principal dano é a perda de incremento das árvore atacadas que está relacionada com a intensidade de doença refletida pela percentagem de copa queimada ou desfolhada.
  • A partir de 80% de folhagem afetada, a planta tem paralização de crescimento ou morre.
  • Utilizar espécies resistentes à doença.
  • Controlar com fungicidas cúpricos.
 Amareliose
Fungo: Armillaria mellea
  • Geralmete ocorre na primeira rotação, em plantações de pinus estabelecidas em áreas onde havia floresta natural ou reflorestamento com espécies florestais folhosas com reconhecida capacidade multiplicadora de inóculo do patògeno em regoões úmidas, com temperatura moderada.
  • A doença pode ser transmitida de  uma árvores para outra através do contato radicular. 
  • Apodrecimento de raízes de porções basais do tronco, levndo há maioria das vezes à morte.
  • As árvores inicialmente exibem crescimento vagaroso, tonrma-se amarelecidas e apresentam exsudação de resina na base do tronco e nas raízes.
  • Queda acumulada de acículas, secamento de terminais de galhos e finalmente morte. 
  • Limpar a área de ser recém desmatada e arada para o plantio de pinus, recolhendo-se os rstos de raízes, tocos, troncos e galhos da vegetação anteiror, apodrecidos ou não e queimá-los ou destinados à carbonização.
  • Abrir trincheiras ou valas, isolando árvores atacadas para que a doença não atinja as árvores vizinhas pelo contado das raízes.
  • Evitar o plantio de espécies suceptóveis à doença.
 Podridão de Raízes
Fungo:
Cylundrocladium clavatum
  • A doença geralmente ocorre a partir de 1 ano de idade.
  • A mortalidade ocorre tanto em plantas esparsas ou em reboleiras.
  • Geralmente a doença é observada a partir de um ano de idade no campo.
  • No início ocorre amarelecimento de toda copoa, com rapizes já mortas devido à presençade resina cirstalizada em suas superfícies.
  • A copa fica marrom-ferrugínea, devido à mortalidade de acículas.
  • Morte da planta.
  • Abrir trincheiras ou valas, isolando árvores atacadas para que a doença não atinja as árvores vizinhas pelo contato das raízes.
  • Evitar o plantio de espécies suceptíveis à doença.
Manchas de Acículas 
Fungo: Davisomycella sp.
Lophodermiums sp
  • Sia ocorrência se dá por todo o Brasil, mas não causam grandes danos.
  • As manchas causadas despertam muito a atenção do observador.
  • Inicialmente manchas amareladas, diminutas, que se expandem, envolvendo todo o diâmetro da acícula.
  • Posteriormente a mancha necrosa-se e fica com cor marrom avermelhada, sendo que, a partir do ponto necrosado, a acícula morre.
  • Dos primeiros sintomas à morte, demora-se cerca de um ano.